Ranking RSF: Portugal é o sétimo país onde existe maior liberdade de imprensa

 Repórteres Sem Fronteiras (RSF) elaboram ranking anual e alertam este ano para o caos da informação na Internet sem regulamentação.

Os Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgaram esta terça feira, no seu relatório anual, o ranking mundial da liberdade de imprensa, publicado por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Esta é a 20.ª edição do ranking da organização não-governamental sediada em Paris.

Portugal subiu dois lugares no ranking em relação a 2021, surgindo agora na sétima posição, apenas atrás da Noruega, Dinamarca, Suécia, Estónia, Finlândia e Irlanda.

As maiores subidas na liberdade de imprensa foram registadas em Timor Leste (+54 posições), na Moldávia (+49 posições) e em Montenegro (+40 posições). Pela negativa destacam-se o Kuwait (-53 posições), o Botsuana (-57 posições) e Hong Kong (-68 posições).

O relatório aponta para uma situação dos jornalistas “muito grave” em 28 países, incluindo a Bielorrússia (153.º lugar), a Rússia (155.º lugar), a China (175.º lugar), a Birmânia (176.º lugar), o Turcomenistão (177.º lugar), o Irão (178.º lugar), a Eritreia (179.º lugar) e a Coreia do Norte (180.º lugar).

O México (127.º lugar) continua a ser o país mais mortífero do mundo para os jornalistas e na Nicarágua (160.º lugar) e em El Salvador (112.º lugar) a situação está a agravar-se. A única exceção na América Latina é a Costa Rica, que ocupa a oitava posição na lista, entre os melhores.

Em países como a Alemanha, a França, a Itália e os Países Baixos foram também noticiados numerosos ataques a jornalistas por parte de manifestantes contra medidas governamentais anti-COVID-19.

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