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Homem morreu hoje no centro de saúde de Aguiar da Beira

AgB
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Segundo noticiou a TSF, um homem, trabalhador de uma empresa elétrica, morreu esta manhã no centro de saúde de Aguiar da Beira, depois de se ter sentido mal e queixado de dores e mau estar.

Devido ao sucedido foi dado o alerta aos Bombeiros de Aguiar da Beira, cerca das 09h30m da manhã, que enviaram uma ambulância ao Centro de Saúde. O INEM também enviou uma equipa médica, mas o óbito foi confirmado no local cerca das 10h10m.

Em declarações ao DN, o diretor do Agrupamento Dão-Lafões, Luís Botelho, disse estar a ser feita “uma averiguação completa, de forma a que sejam esclarecidos todos os pormenores que carecem de confirmação“, adiantando ainda que “para já, parece ser evidente que não houve negação de socorro, pelo contrário, tentou procurar-se um médico para atender um utente não programado, uma vez que esta unidade de saúde existe para cuidados programados, não sendo serviço de urgência“. Luís Botelho avançou que no seu entender, esta ocorrência “não cabe no conceito de recusa de socorro“, pois “procuraram um médico para um utente não programado, com queixas no tórax, mas entre lhe terem dito isto e terem ido procurar o médico, o homem desmaiou e acabou por ter este desenlace infeliz“.

Após averiguações feitas ao longo do dia de hoje, Luís Botelho explicou em comunicado que “perante a descrição dos sintomas, foi providenciado atendimento médico, tendo o doente sido transportado, em cadeira de rodas, para a sala de tratamentos, onde uma equipa de médico e enfermeiros, com o apoio dos Bombeiros Voluntários de Aguiar da Beira e equipa da SIV de Moimenta da Beira, procederam de acordo com o protocolo de Suporte Avançado de Vida (SAV)“.

No comunicado avançou ainda que “durante o transporte para a sala de tratamentos, o doente manteve-se consciente, até ser deitado na marquesa, onde perdeu a consciência“, sendo “o óbito declarado às 10h10m, pela médica que assistiu o doente, depois de esgotados todos os procedimentos em SAV, que implicaram manobras de reanimação, desfibrilhação e administração de adrenalinas e atropina“.

Joaquim Oliveira Miguel, de 56 anos, era natural de Pínzio, concelho de Pinhel, e terá apresentando dores no tórax e no braço esquerdo antes de perder a consciência.

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) procedeu à abertura de um processo de averiguações, dado que até ao momento existem duas versões do sucedido, uma contada por populares, outra avançada pelo Agrupamento Dão-Lafões.

Um colega da vítima, bombeiro em Celorico da Beira, acompanhou Joaquim Miguel ao centro de saúde, tendo já prestado declarações ao ministério público sobre o sucedido.

Esta situação vem mais uma vez levantar a problemática da distância das populações aos meios de suporte avançado de vida.

One Comment

  • sergio rodrigues duarte

    bom dia è muito triste agente ver assas coisas que cuntinua tudo na mesmao guverno nao ve as coisas que se passao no nosso pais esto è uma vegonha para todos os portugueses que o nosso governo so sequer ollar para ele que tem tudo e os outros que se F. porque esto cada ves esta pior sao todos iguais nao entereça que seija psd ao ps è tudo è mesma merda pois esto acontece todos os dias mas è o que temos no nossa querido portugal tenho muita pena e fiquei muito triste

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