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Antigo Presidente do Clube deixou-nos há 14 anos

Toninho

Há 14 anos, noticiava este mesmo jornal a funesta notícia, que dava conta do desaparecimento do saudoso presidente do Clube Cultural e Recreativo de Carapito, situação que causou grande pesar entre todos os amigos e familiares.

“No dia 13 de Fevereiro de 2000 faleceu António Jeremias Caseiro Marques, vítima de acidente, próximo à vila de Aguiar da Beira.

No dia anterior, sábado, o Presidente do CCRC decidiria não se recandidatar ao cargo que exercia há alguns anos. No domingo, depois de ter estado com a família e alguns dos seus amigos, regressava a casa sozinho, na sua Ford Transit quando, após ter passado a curva que antecede a ponte da Texugueira, a carrinha saiu ligeiramente para a berma do lado direito, ao recolocá-la na via, a viatura atravessou-se na estrada, derrapou e após a ponte embateu violentamente em duas árvores, provocando ferimentos muito graves no condutor. Levado de ambulância para o Hospital de Viseu, e quando se tentava uma evacuação para Coimbra, o Presidente do Clube Cultural e Recreativo de Carapito e, por inerência de funções, deste jornal Caruspinus, viria a falecer por volta das 22 horas e 30 minutos.

No dia seguinte a notícia abalaria as gentes de Carapito, em todos os sítios onde a funesta notícia chegou. No dia 15, terça-feira, Carapito inteiro enchia a sua casa e rua onde residia, na localidade de Rio de Loba, perto de Viseu, para o saudar num último adeus e acompanhá-lo à sua última morada. A bandeira portuguesa cobriu o seu caixão e o Exército prestou honras militares ao seu Sargento, que detinha na sua carreira duas medalhas de comportamento exemplar.

Carapito continua marcado pela tristeza com esta perda irreparável. Para a sua família que viveu e continua a sentir este drama, vai a nossa palavra de ânimo e conforto com as mais sentidas condolências de todos os elementos do Caruspinus.”

in Caruspinus nº 139, Março de 2000.

Hoje passam 14 anos desde que nos deixou, na certeza de que todas as suas obras e ensinamentos perduram no tempo, tal como a sua memória.

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