Dos territórios às pessoas: Fórum Vê Portugal encerrou com uma mensagem de futuro

Podcast “Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer”, prémios de empreendedorismo e teses académicas e debates sobre turismo de negócios, turismo de bem-estar e turismo ativo marcaram o último dia do evento.

Carlos Vaz Marques, Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia e João Miguel Tavares durante a gravação ao vivo do podcast “Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer”. ©TCP

O 12.º Fórum de Turismo Interno Vê Portugal terminou em Viseu com uma mensagem centrada na importância das pessoas para o desenvolvimento dos territórios e do turismo. Na sessão de encerramento, Rui Ventura, presidente da Turismo Centro de Portugal, destacou a “humanidade” como a principal conclusão do evento, sublinhando que o turismo vive das pessoas e para as pessoas.

Ao longo de três dias, o fórum reuniu especialistas, empresários e responsáveis do setor para debater temas como o turismo de negócios, a atração e retenção de talento, o bem-estar, o turismo ativo e o papel das novas gerações na construção do futuro dos territórios. Um dos momentos mais participados foi a gravação ao vivo do podcast “Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer”, que levou ao palco Ricardo Araújo Pereira, João Miguel Tavares, Pedro Mexia e Carlos Vaz Marques e que atraiu centenas de pessoas ao Multiusos de Viseu.

©TCP

No âmbito do Prémio Raul Almeida, foram distinguidos Henrique Camões, na categoria de Mestrado, com a dissertação “Da Fome do Espírito ao Santo Banquete — As Festividades do Espírito Santo na Região Centro de Portugal”, e Pedro Teixeira, na categoria de Doutoramento, com o trabalho “Sistemas de informação para o desenvolvimento do turismo na era digital: uma framework para o turismo acessível”.

Já no Prémio José Manuel Alves, dedicado ao empreendedorismo turístico, o primeiro lugar foi atribuído ao projeto COU—RU — Turismo de Experiências — Agricultura, Ofícios e Cultura Material, da Batalha. O segundo lugar distinguiu o projeto M.A.C.A. — Mini Parque das Artes e Ciências de Almeida, enquanto o terceiro prémio foi atribuído ao projeto Escudo do Tempo, de Coimbra.

Nas conclusões finais, sobressaíram quatro ideias-chave: humanidade, ambição, conhecimento e cooperação.

A organização considera que a edição de 2026 voltou a afirmar o turismo interno como um importante instrumento de desenvolvimento territorial, coesão e valorização das comunidades.

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